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quarta-feira, 25 de julho de 2012

HOSPITAL PÚBLICO PARA CÃO E GATO EM SÃO PAULO JÁ TEM SALAS CHEIAS


Sem inauguração nem grande divulgação, o primeiro hospital público para animais do país, no Tatuapé (zona leste), abriu as portas com grande procura.

Em funcionamento desde o dia 2, o local já vive rotina de sala de espera cheia e senhas que acabam em poucas horas. A unidade tem atendido cerca de 70 animais/dia.

Fruto de uma parceria entre a prefeitura e a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo, o hospital tem como prioridade atender cães e gatos cujos donos não tenham condição de custear tratamento. Para ter atendimento, é preciso comprovar renda baixa.

Para as consultas com o clínico, há distribuição de senhas. São 30 por dia, mas costumam acabar às 13h.

Caso o animal precise de uma consulta com um especialista, é encaminhado no mesmo dia ou agenda a consulta para outra data. Já estão disponíveis no hospital cirurgia, ortopedia, dermatologia e odontologia.

O atendimento de emergência não requer senha. Nesse caso, não é necessário ter baixa renda, mas o tratamento só será continuado se o dono do animal comprovar que não tem condições.

O hospital conta com 28 funcionários (16 veterinários). A associação recebe repasse mensal de R$ 600 mil da prefeitura para administrar o local e tem como meta mil consultas e 180 cirurgias/mês.

FONTE: FOLHA

quinta-feira, 19 de abril de 2012

CIENTISTA TERÃO QUE JUSTIFICAR USO DE ANIMAIS EM PESQUISAS NO BRASIL


O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação instituiu um novo formulário para regulamentar o uso de animais em pesquisas. O documento servirá para que cientistas de todo o país prestem informações sobre os projetos que envolvam animais a comissões de ética especializadas.
Essas comissões, então, prepararão relatórios anuais que deverão ser repassados ao Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), órgão ligado ao Ministério.
O objetivo da norma é assegurar que as experiências com animais só serão feitas nos casos em que não houver outro método cientificamente validado para fazer a experiência. Sempre que possível, no entanto, os pesquisadores terão de optar pelas técnicas “in vitro” – com células isoladas em laboratório – ou “ex vivo” – usando apenas alguns tecidos específicos, retirados do animal.
A aprovação formal do formulário foi publicada nesta quinta-feira (19) pelo Diário Oficial da União, e passa a valer 15 dias após a data.
Simpósio em Brasília
O Ministério divulgou também a realização de um simpósio para debater o uso de animais em experiências no Brasil. O objetivo é capacitar os gestores das comissões de ética locais em relação às normas do setor. O evento organizado pelo Concea acontece em Brasília nos dias 13 e 14 de junho.