Mostrando postagens com marcador ESTROGÊNIO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ESTROGÊNIO. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de setembro de 2012

7 EFEITOS CURIOSOS DO CAFÉ NO ORGANISMO



Há quem sofra com todo o tipo de efeito desagradável se passar o dia sem um (ou vários) cafezinhos. Em algum momento da nossa evolução, o café virou, mais do que um prazer gastronômico, um amigo fiel e um quase-remédio. Está com sono? Tome café. Estressado? Café. De ressaca? Café. Alguns dos efeitos dele sobre o nosso organismo são devidamente comprovados – ele realmente vicia, por exemplo. Mas outros (e aí entram tanto benefícios quanto perigos) a ciência traz e leva de volta como se estivesse de brincadeira com a gente. Certas pesquisas, por algum motivo, chegam até a desmentir uma a outra. Vai entender. Mas, isso não dá para negar, o café é mesmo um bichinho poderoso. Pega lá um para você e dá uma olhada nessa lista, com algumas verdades quanto a do que ele é realmente capaz.
1. Café não deixa você mais alerta.
É tudo uma ilusão. Cientistas da Universidade de Bristol, na Inglaterra, dizem que, se a gente faz do cafezinho um hábito, logo desenvolvemos tolerância ao efeito estimulante da cafeína. “Mas eu tomo café e me sinto diferente. E aí?”. Bem, segundo o estudo, o fluxo de energia que você sente é apenas reflexo dos sintomas da abstinência de cafeína (que causa, veja só, fadiga) indo embora. Ou seja: você está mal.

2. Café favorece a performance feminina. Mas prejudica a masculina.
Outro estudo da Universidade de Bristol analisou a performance de homens e mulheres em atividades como testes de memória após dar a eles café normal ou descafeinado. E constatou que, munidas de cafeína na corrente sanguínea, as mulheres lidam melhor com situações estressantes e trabalham melhor em grupo. Mas os homens não. Neles, o café diminui a velocidade de raciocínio e aumenta a agressividade.

3. Café faz os seios diminuirem de tamanho.
A cafeína mexe com os níveis de estrogênio da mulher, o que pode fazer com que os seios encolham “significativamente”. Três xícaras de café por dia já são o suficiente para o efeito ser notado. A conclusão é de um estudo da Universidade de Lund, na Suécia. E essa nem é a parte mais estranha da história. Nos homens, o efeito é oposto: agindo com a testosterona, o consumo frequente de cafeína pode aumentar a região mamária masculina – e deixar os moços com “peitinhos”.

4. Café faz você ter alucinações.
Sim, ele dá barato. Mas, provavelmente (a gente nunca testou) é um barato não muito legal. Participantes de uma pesquisa da Universidade de Durham, no Reino Unido, começaram a ouvir vozes depois de tomar sete copinhos de café em um só dia. Os cientistas supõem que as alucinações sejam causadas pelo aumento nos níveis de cortisol, o hormônio do estresse, que o excesso de cafeína provoca.

5. Café previne o mau hálito.
Sabe aquele bafo de café que você sente quando o seu colega de trabalho chega para falar mais de pertinho? Não é bacana. Mas, a longo prazo, pode valer a pena. Uma pesquisa israelense, da Universidade de Tel Aviv, descobriu que certos elementos na composição do café bloqueiam o desenvolvimento das bactérias responsáveis pelo mau hálito. Agora eles estão querendo isolar esses componentes e produzir chicletes, pirulitos e outras coisas para prevenir a halitose.

6. Café faz bem para o coração (mas só para o de quem está acostumado a beber café).
Se você toma café demais, seu coração dispara. Já percebeu? Mas isso não quer dizer que a cafeína seja, necessariamente, ruim para ele. Aliás, se você não está acostumado a beber café, quer sim. Estudos das universidades de Washington e Harvard, nos EUA, dizem que quem bebe apenas uma xícara por dia ou menos do que isso tem quatro vezes mais chances de ter um enfarto – em geral, na primeira hora após o consumo da bebida. Condiz com o resultado de uma outra pesquisa norte-americana, apresentado na 50ª Conferência Anual da Associação Americana do Coração, em 2010, que aponta um risco 18% menor de problemas cardíacos em quem toma quatro ou mais xícaras de café por dia.

7. Café facilita a sua vida na academia.
Tomar um copinho antes de se jogar na malhação, além de dar uma energia extra, diminui a dor causada pelos exercícios e facilita a sua busca pelo corpão perfeito. É o que diz um estudo da Universidade de Illinois, nos EUA. E, dessa vez, não importa se você tem o hábito de beber café ou não. Segundo os pesquisadores, a cafeína age diretamente sobre partes do cérebro e da medula espinhal envolvidas no processamento da dor, seja você um coffee junkie ou não. Olha aí: dá quase para dizer que café emagrece.

terça-feira, 17 de julho de 2012

OBESIDADE PODE PREJUDICAR TRATAMENTO DE CÂNCER DE MAMA

Segundo pesquisadores da Grã-Bretanha, o tratamento contra o câncer de mama pode ser menos eficaz entre mulheres obesas do que entre aquelas que têm peso normal. Essas pacientes, afirmam os especialistas, apresentam altos níveis de estrogênio mesmo após a terapia com drogas que suprimem esses hormônios — uma das principais abordagens de combate à doença. Essas conclusões fazem parte de um estudo publicado nesta segunda-feira no periódico Journal of Clinical Ongoloy, uma publicação da Sociedade Americana de Oncologia Clínica.


Isso não quer dizer, porém, que mulheres que apresentam obesidade não tenham reduzidos os níveis de estrogênio com esse tratamento contra o câncer. De acordo com a pesquisa, a quantidade desses hormônios é reduzida significativamente nessas pacientes, mas, em média, ela representa quase o triplo dos níveis encontrados em mulheres com peso normal ao longo do tratamento.
Nessa pesquisa, uma equipe do Instituto de Pesquisa em Câncer de Londres, na Inglaterra, examinou o efeito de dois medicamentos de bloqueiam os estrogênios no organismo de mulheres com câncer de mama. Para isso, os especialistas aplicaram os dois tratamentos — um de cada vez — em 54 mulheres que já haviam passado pela menopausa e que apresentavam a doença.
De acordo com os autores do estudo, porém, as mulheres obesas não devem se preocupar com os resultados. No entanto, a pesquisa ressalta a importância de o médico escolher o tratamento mais adequado para cada paciente levando em consideração diversos fatores, inclusive o índice de massa corporal. “Esses medicamentos estudados vêm ganhando um papel cada vez mais importante no combate ao câncer de mama. Por isso, é muito importante entender quais fatores afetam, e de que maneira o fazem, a ação dessas drogas”, diz Alan Ashworth, chefe executivo do Instituto de Pesquisa em Câncer.
FONTE: VEJA

quarta-feira, 18 de abril de 2012

HORMÔNIOS SÃO CAUSA DA MAIOR INCIDÊNCIA DE ENXAQUECA EM MULHERES

Entre os diversos causadores de enxaqueca, existe um fator que pode ser responsável pela maior incidência da dor em mulheres: flutuação hormonal. Dos hormônios envolvidos, o neurologista Jan Lewis Brandes, fundador da Nashville Neuroscience Group, acredita que o estrogênio é o maior vilão.
Até as meninas começarem a menstruar, enxaquecas são mais comuns em meninos. Após essa etapa do desenvolvimento feminino, as pesquisas de Brandes revelam que 70% das dores ocorrem em mulheres. Delas, 60 a 70% identificam o desconforto relacionado ao ciclo menstrual.
As enxaquecas pré-menstruais normalmente ocorrem quando os níveis de estrogênio e progesterona caem. E, imediatamente antes de a menstruação vir, a quantidade de estrogênio no organismo despenca.
Outro estudo feito pelo Nashville Neuroscience Group revelou que 64% das mulheres que relacionam enxaqueca a fatores hormonais deixaram de ter dores de cabeça durante a gravidez, principalmente após primeiro trimestre.
Reposição hormonal durante a menopausa e o uso de pílulas anticoncepcionais têm sido identificados como causadores de enxaquecas em mulheres. A ocorrência de efeitos colaterais é menor com pílulas de níveis mais baixos de estrogênio, ao passo que não foram acusadas em anticoncepcionais com progesterona.