Mostrando postagens com marcador IMUNIZAÇÃO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador IMUNIZAÇÃO. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de junho de 2012

SÃO PAULO PRORROGA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA GRIPE ATÉ 6 DE JUNHO

SÃO PAULO - A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo anunciou nesta sexta-feira, 1º, a prorrogação da campanha de vacinação contra a gripe até a próxima quarta-feira, dia 6 de junho.


Segundo o órgão, até esta sexta foram vacinados 4,57 milhões de pessoas. O número está bem distante da meta, que é imunizar 5,3 milhões de paulistas, 80% dos 6,6 milhões de pessoas que compõem o público-alvo da campanha. Foram vacinados 3,2 milhões de idosos; 270,4 mil gestantes; e 657,3 mil crianças entre 6 meses e 2 anos, o que representa uma cobertura de 67% do público-alvo total.
A campanha também inclui índios e trabalhadores da área da saúde. A Secretaria de Saúde ressalta que as crianças devem tomar duas doses da vacina. A segunda dose deverá ser aplicada um mês após a primeira. A medida vale para crianças que vão tomar a vacina pela primeira vez. Crianças que já foram levadas aos postos de saúde na campanha de 2011 só precisarão receber uma dose este ano.
"Quem ainda não se vacinou, precisa se apressar. A imunização é muito importante para que as pessoas se protejam de possíveis complicações decorrentes da gripe. Também é importante ressaltar que a vacina não causa a doença, pois é feita de pequenos fragmentos do vírus que são incapazes de causar qualquer infecção", explicou Helena Sato, diretora de Imunização da secretaria.
Meta nacional
Segundo dados divulgados também nesta sexta pelo Ministério da Saúde, apenas sete estados alcançaram a meta de vacinar 80% do público-alvo – Santa Catarina (87,89%), Acre (82,51%), Alagoas (81,69%), Amapá (84,21%), Paraná (80,56%), Goiás (82,85%) e Distrito Federal (84,21%).
O último balanço da pasta indica que 21,8 milhões de pessoas foram vacinadas. O número representa 72,41% do público-alvo. A meta do governo é imunizar 24,1 milhões de pessoas.
A população acima dos 60 anos tem índice de cobertura (70,96%), seguida pelos índios (63,41%) e pelas gestantes (64,29%). Até a quinta-feira, o grupo dos trabalhadores da área da saúde tinha o maior índice de cobertura (78,64%), seguido pelas crianças (75,19%). Esses dois últimos grupos não tiveram os dados atualizados nesta sexta.
De acordo com o Ministério, a imunização contra a gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de internações hospitalares por pneumonia e de 39% a 75% a mortalidade global. Entre os idosos que moram em abrigos, a vacina reduz os riscos de pneumonia em cerca de 60%, de hospitalização pela metade e de morte em quase 70%.
FONTE: ESTADÃO

quinta-feira, 10 de maio de 2012

VACINAÇÃO OBRIGATÓRIA AUMENTA IMUNIZAÇÃO ENTRE JOVENS


Adolescentes que vivem em lugares que exigem vacinas para a entrada de alunos no Ensino Fundamental são mais imunizados do que os outros jovens, concluiu um estudo publicado nesta segunda-feira (05-05) no site do periódico Pediatrics. A pesquisa, feita pelo  Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), órgão de saúde americano, observou que esses estudantes recebem mais proteção contra problemas como coqueluche e meningite C.
Nos Estados Unidos, onde a pesquisa foi feita, há 32 estados que exigem, para o ingresso no Ensino Fundamental, as vacinas tríplice bacteriana (contra difteria, tétano e coqueluche), meningocócica conjugada (contra meningite C), e para HPV. Essas três vacinas fazem parte das recomendações do CDC para jovens de 11 a 12 anos de idade. No Brasil, não há obrigatoriedade estipulada pelo governo em relação a vacinas para ingresso escolar, mas existem recomendações. De acordo com o calendário de vacinação do Ministério da Saúde, jovens de 11 a 19 anos devem receber as vacinas de hepatite B, dupla tipo adulto (para difteria e tétano), de febre amarela e a tríplice viral (para sarampo, caxumba e rubéola).
Obrigatoriedade — A equipe se baseou em dados de 17.835 jovens com idades entre 13 e 17 anos que participaram, de 2008 a 2009, da Pesquisa Nacional de Imunização de Adolescentes dos Estados Unidos. Foi observado que 80% dos adolescentes que viviam nos estados que exigiam as vacinas para a entrada no Ensino Fundamental haviam recebido a vacina tríplice bacteriana. Essa taxa foi de 70% entre os jovens que moravam em lugares sem a exigência. Em relação à vacina para meningite, 71% das pessoas do primeiro grupo foram vacinadas, contra 53% do restante. O estudo não relatou as taxas de vacinação contra HPV.
"As vacinas são vitais e muito importantes para a saúde do adolescente. A exigência de vacinas para a entrada no Ensino Médio tem uma influência positiva sobre a cobertura vacinal de um país", disse Shannon Stokley, epidemiologista do CDC e uma das autoras do estudo. De acordo com os pesquisadores, embora existam outras formas de incentivar a vacinação, como educar pais e alunos sobre as doenças que as drogas protegem, a obrigatoriedade de certas vacinas ainda se mostra mais eficiente.
FONTE: VEJA