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sábado, 2 de junho de 2012

COMER CHOCOLATE TODOS OS DIAS REDUZ RISCO DE ATAQUE CARDÍACO E AVC

Mais uma vez, um estudo indicou que o chocolate pode, sim, ter um efeito protetor na saúde. Segundo pesquisa publicada nesta sexta-feira no periódico British Medical Journal (BMJ), comer chocolate amargo todos os dias pode reduzir o risco de ataques cardíacos, derrames cerebrais e outros eventos cardiovasculares em pessoas com predisposição a doenças do coração.


Pesquisadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, analisaram os efeitos do chocolate amargo — foram considerados amargos os chocolates com ao menos 60% de cacau em sua composição — na saúde de 2.013 pessoas com síndrome metabólica, um conjunto de fatores que predispõem um indivíduo a doenças cardiovasculares e diabetes. Para ser caracterizado como portador dessa síndrome, um paciente deve se enquadrar em três ou mais das seguintes características: hipertensão, açúcar elevado no sangue, excesso de gordura abdominal, baixo nível de bom colesterol e índices elevados de ácidos graxos. No caso dos participantes do estudo, todos tinham pressão alta, mas não apresentavam histórico de doença cardíaca ou diabetes.
Após projetar os resultados a partir de cálculos matemáticos, os pesquisadores indicaram que o consumo regular de chocolate amargo ao longo de dez anos pode evitar 85 eventos cardiovasculares em 10.000 pessoas com síndrome metabólica — sendo quinze deles fatais. Os autores concluíram que o incentivo da ingestão diária do alimento poderia ser utilizada em campanhas de prevenção contra doenças cardíacas. No entanto, eles lembram que o efeito protetor do chocolate somente foi observado em relação ao chocolate amargo com pelo menos 60% de cacau, que é ricos em flavonoides, compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. As conclusões não valem portanto, para outros tipos do doce.
FONTE: VEJA

sábado, 19 de maio de 2012

ÓLEO DE KRILL PASSA A SER USADO NO CONTROLE DO COLESTEROL



RIO - O krill das aulas de biologia e dos versos de Marisa Monte invadiu os consultórios americanos e europeus e já começa a aparecer nas receitas de nutricionistas e ortomoleculares brasileiros. O óleo extraído desse crustáceo, que se parece com um camarão e serve de alimento para outros seres aquáticos, é a mais recente aposta quando se trata de coadjuvantes no controle de colesterol, glicemia e prevenção de doenças inflamatórias. Já que ainda não é vendido no Brasil, muita gente está reservando um espacinho na mala para trazer a novidade do exterior.
Pesquisas revelam que, assim como o de peixe, o óleo de krill é rico em ômega 3 e atua na redução e equilíbrio dos níveis de LDL, chamado de colesterol ruim, e das taxas de triglicerídeos, assim como no aumento do HDL, o colesterol bom. A diferença é que, no óleo de krill, a quantidade de astaxantina, um poderoso antioxidante que previne doenças inflamatórias e degenerativas como artrite, reumatose e mal de Alzheimer, é muito maior. Segundo o médico ortomolecular Amilton Macedo, a alta concentração de astaxantina é o “pulo do gato” no óleo de krill:
- A atuação nos níveis de colesterol e glicemia é parecida com o óleo de peixe, mas o efeito anti-inflamatório do krill é bastante poderoso. Seria mais um óleo, se não fosse sua capacidade de prevenir outras doenças além daquelas relacionadas ao colesterol alto.
A nutricionista funcional Patrícia Davidson Haiat lembra que outra grande vantagem é a fácil absorção dos componentes pelo organismo, ou seja, a pessoa nem lembra que tomou.
- O gosto de peixe que fica na garganta não aparece em quem faz uso do krill – diz Patrícia.
A quantidade diária indicada pelos médicos varia de 500mg até 3g, dependendo da necessidade. Quem tem alergia a frutos do mar deve evitar o medicamento para não correr riscos. Mas todos fazem questão de frisar: para que o efeito seja satisfatório, não se pode esquecer da alimentação balanceada e da prática de exercícios fisicos.
- Sozinho nenhum óleo faz milagre, nem o de krill. Não podemos esquecer que tudo isso é coadjuvante – alerta Amilton.
Novidade ainda não é facilmente encontrada no Brasil
Apesar de alguns médicos brasileiros já prescreverem o óleo, encontrá-lo por aqui é uma missão quase impossível. Quem viaja ao exterior, traz estoque na mala. A Internet acaba sendo outra alternativa para quem não pode "importar".
- As farmácias de manipulação já estão esperando autorização para comercializar o óleo. A dificuldade maior fica por conta dos trâmites de importação. Enquanto isso, meus pacientes acabam trazendo dos Estados Unidos ou da Europa – diz Amilton.
Outro ponto negativo é o preço. Na loja virtual Amazom.com, o frasco com 60 cápsulas do óleo de krill da marca Arctic Pure sai por 36,50 dólares (aproximadamente R$ 70). Já o óleo de peixe da mesma marca e com a mesma quantidade de cápsulas sai por 22,94 dólares (aproximadamente R$ 44). Para Patrícia Davidson, o fato de o krill ser uma novidade explorada por poucos explica a diferença de preços. Mas a nutricionista acredita que vale a pena:
FONTE: O GLOBO

domingo, 6 de maio de 2012

SUCO DE ROMÃ AGE COMO "VIAGRA" NATURAL EM HOMENS E MULHERES



Homens e mulheres que beberam um copo diário de suco da fruta por 15 dias tiveram um aumento no hormônio testosterona, que aumenta o desejo sexual em ambos os sexos. As informações são doDaily Mail.
O estudo, realizado por pesquisadores da Queen Margaret University, em Edimburgo, envolveu 58 voluntários com idades entre 21 e 64. Os níveis de testosterona aumentaram entre 16% e 30% entre os sujeitos, enquanto a pressão arterial despencou. As emoções positivas aumentaram e os sentimentos negativos diminuíram.
Para os homens, o nível de testosterona afeta características como barba, uma voz e apetite sexual. As mulheres também produzem o hormônio, que aumenta o desejo por sexo e reforça ossos e músculos. O alto nível de testosterona pode ajudar a melhorar o humor e memória e até mesmo aliviar o estresse.
Pesquisas anteriores sobre o suco de romã encontraram antioxidantes que podem ajudar a evitar doenças cardíacas e ajudar a circulação sanguínea. A fruta também ajuda a combater as várias formas de câncer, alivia os sintomas da osteoartrite, problemas de estômago e conjuntivite.
FONTE: TERRA

quinta-feira, 29 de março de 2012

PIPOCA É OPÇÃO DE LANCHE TÃO SAUDÁVEL COMO FRUTA





Um novo estudo atesta que a pipoca contém mais antioxidantes “do bem”, os chamados polifenóis, do que algumas frutas ou vegetais.


A quantidade dessas substâncias na pipoca era de até 300 miligramas (mg) por porção em comparação com 114 mg de milho doce e 160 mg por porção de fruta, de acordo com estudo apresentado durante reunião da American Chemical Society, em San Diego (EUA)



Isto porque os polifenóis se diluem nos 90% de água que compõe muitas frutas e legumes, enquanto ficam mais concentrados na pipoca, que em média tem apenas 4% de água, afirmam os autores do estudo.
Na dieta média americana, as frutas fornecem 255 mg de polifenóis por dia e os legumes fornecem 218 mg. Uma porção de pipoca forneceria 13% do consumo médio diário de polifenóis indicados por pessoa nos Estados Unidos, disseram os pesquisadores.
Os investigadores também descobriram que as cascas de pipoca – aquelas que ficam presos nos dentes - têm as maiores concentrações de polifenóis e fibras.
"Essas cascas merecem mais respeito", diz um dos autores do estudo, Joe Vinson, da Universidade de Scranton.
No entanto, Vinson advertiu: acrescentar manteiga e sal pode transformar este lanche em um balde de calorias. "A pipoca feita no vapor tem o menor número de calorias, é claro", disse Vinson. "Cerca de 43% da pipoca feita no microondas é gordura, em comparação com 28% se você mesma estalar o milho em óleo em uma panela. "

Vinson também acrescentou que comer pipoca não deve ser uma desculpa para ignorar as frutas e legumes frescos. Pipoca não tem as vitaminas e outros nutrientes encontrados em frutas e legumes, essenciais para uma boa saúde.
A pipoca é o único lanche em que o grão é 100% natural, não processado. Todos os outros grãos são processados e diluidos com outros ingredientes, e embora os cereais sejam chamados de 'grão inteiro,' isto significa simplesmente que mais de 51% do peso do produto é de grãos", disse Vinson.
"Uma porção de pipoca irá fornecer mais de 70% do consumo diário de grãos integrais. Em média, a pessoa só recebe metade de uma porção de grãos integrais por dia. A pipoca poderia preencher essa lacuna de uma forma muito agradável", observou ele.
O estudo foi financiado pela universidade e não recebeu dinheiro da indústria de alimentos. Os dados e conclusões de pesquisas apresentadas em encontros médicos devem ser vistos como preliminares.

FONTE: IG