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sábado, 22 de setembro de 2012

HOMEM ACORDA APÓS 7 ANOS EM COMA APÓS TOMAR COMPRIMIDO PARA DORMIR



Um sul-africano esteve em estado de coma durante 7 anos, mas acordou após ter tomado um comprimido para dormir.
Ayanda Nqinana de Joanesburgo sofreu lesões cerebrais graves depois de um acidente de carro em 2005. Seus médicos disseram que era improvável que ele conseguisse se recuperar.
Sua esposa leu na internet artigos publicados em jornal sobre casos de pessoas que acordaram depois de tomarem o medicamento Stilnox, que por ironia, é um fármaco administrado para induzir o sono.
Acreditando nos relatos que havia lido, a esposa insistiu para que os médicos administrassem o medicamento a Nqinana. Incrivelmente, após 5 dias, o paciente acordou e conseguia se lembrar normalmente de todos os fatos ocorridos antes e no momento do acidente.
Mas seu médico, Siyabulela Bungana, permanece cético sobre a capacidade do medicamento em “despertar” pacientes em coma.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

NANOPARTÍCULAS INIBEM 100% DE METÁSTASES LINFÁTICAS EM RATOS


Pamplona (Espanha), 7 jun (EFE).- Pesquisadores espanhóis elaboraram um tratamento com nanopartículas que inibe 100% das metástases linfáticas em ratos com linfoma de manto, segundo resultado divulgado nesta quinta-feira pela equipe de estudos formada por cientistas da Universidade de Navarra em colaboração com o Centro de Pesquisa do Câncer de Salamanca.

O tratamento é feito com um remédio baseado em nanopartículas lipídicas carregadas com o fármaco anti-tumoral edelfosina, administrado oralmente.

A pesquisa, publicada na revista "Nanomedicine UK", "demonstra que essas nanopartículas são capazes de se acumular nos gânglios linfáticos e destruir seletivamente as células tumorais que lá se encontram" e, além disso, "tornam possível a liberação do fármaco anti-tumoral de maneira sustentada".

Este fato, unido à administração oral do remédio, "evitaria", segundo a Universidade de Navarra, a hospitalização que a quimioterapia tradicional requer, já que neste caso o tratamento é feito por via intravenosa.

O estudo destaca que as nanopartículas "são capazes de atacar as células doentes sem atingir as boas, ou seja, são fármacos seletivos e pouco tóxicos".

O grupo de pesquisa analisou a eficácia desses nanossistemas terapêuticos em ratos com linfoma de manto, uma doença atualmente incurável e cuja evolução é variável em cada paciente, embora a média de sobrevivência seja de três a quatro anos.

Os resultados do estudo indicam que uma administração de nanopartículas de edelfosina a cada quatro dias "é tão eficaz como uma administração diária do fármaco sem nanopartículas para a redução do tamanho do linfoma de manto implantado em ratos", ressalta o centro.

No entanto, o resultado "mais surpreendente" da pesquisa foi observado ao ser analisada a capacidade antimetastática das nanopartículas com edelfosina.

"Enquanto a administração diária do fármaco sem nanopartículas reduzia as metástases em 50%, a administração a cada quatro dias das nanopartículas com edelfosina eliminou 100% das metástases linfáticas", ressalta.

Estes resultados abrem uma nova porta na pesquisa e desenvolvimento de tratamentos mais eficazes e seguros contra diversos tipos de câncer, diz a universidade, que acrescenta foram obtidos bons resultados em cobaias com glioma, e que está sob análise a eficácia dos nanossistemas em casos de leucemia linfoblástica aguda e câncer de mama. 

FONTE: UOL