Mostrando postagens com marcador MACONHA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MACONHA. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de julho de 2012

MACONHA PODE SER USADA PARA TRATAR DOENÇAS RELACIONADAS À OBESIDADE


Pesquisadores ingleses descobriram dois componentes da folha da maconha que podem aumentar quantidade de energia queimada pelo corpo humano. A descoberta pode fazer da Cannabis sativa um remédio contra doenças ligadas à obesidade, segundo informações do jornal britânico The Telegraph.
Testes em animais já mostraram que estes componentes podem ajudar a tratar diabetes tipo dois, ao mesmo tempo em que ajudam a reduzir os níveis de colesterol na corrente sanguínea e de gordura em órgãos importantes, como o fígado.
Os cientistas estão agora realizando testes em 200 pacientes na esperança de produzir uma droga que possa ser usada por quem sofrem de "síndrome metabólica", quando diabetes, pressão alta e obesidade combinam-se para aumentar o risco de doenças cardíacas e enfarto.
O médico Steph Wright, diretor de pesquisa e desenvolvimento da GW Farmacêutica, empresa que está produzindo a droga, espera resultados ainda este ano. Ele afirma que os testes em animais estão "nos encorajando muito".
Embora a maconha seja uma droga ilegal também na Inglaterra, a GW Farmacêutica ganhou uma licença do governo para cultivar a planta em estufas especialmente construídas em uma instalação secreta no sul do país.
FONTE: TERRA

terça-feira, 19 de junho de 2012

NOVAS DROGAS SINTÉTICAS INDUZEM USUÁRIO A COMETER ATOS DE CANIBALISMO


As autoridades quase não desconfiavam que no sul da Flórida (EUA) se consome drogas sintéticas que induzem o usuário a cometer atos de agressão extrema até que policiais observaram o que faziam dezenas de estudantes em um posto de gasolina da região.
No estabelecimento, os jovens vendiam legalmente envelopes com incenso de ervas (maconha sintética) que, junto à "sais de banho", são uma nova geração de drogas que aparentemente tiveram influência nos chamados casos de "canibalismo" de Miami.
"Eu não sabia que isto existia, é algo que ninguém sabia o que era. Os policiais averiguaram o local, se deram conta de que se tratava de maconha sintética e os detetives começaram a pesquisar na internet sobre esta droga. Isso aconteceu há dois ou três meses", disse à Agência Efe o prefeito de Sweetwater, Manuel Maroño.
Sweetwater, em Miami-Dade, foi a primeira cidade deste condado a aprovar, em maio, uma lei que proíbe a venda da maconha sintética, conhecida como "Spice", "K-2", "Genio", "Fogo de Iucatã", "Krypto do rei", "O senhor boa gente", "Magia vermelha" e "super skunk".
Miami-Dade e a cidade de Sunrise também adotaram posturas similares.
"Estou extremamente preocupado, isto é novo. Esta droga é ainda mais perigosa do que a maconha original, e o tal 'sais de banho' também é mais forte que a cocaína. A longo prazo, não sabemos quais serão os efeitos", disse um servidor público.
No caso do "canibal de Miami" Rudy Eugene, que devorou 75% do rosto do morador de rua Ronald Poppo na ponte da estrada MacArthur, que liga Miami Beach ao centro da cidade, as autoridades investigam se Eugene agiu sob os efeitos da "sais de banho", que é vendida como "Cloud 9" e "Ivory Wave".
O psicoterapeuta Alfredo Hernández explicou à Agência Efe que esta droga é "como um tipo de cocaína superpoderosa produzida em laboratórios" que altera no cérebro os mecanismos que ajudam o ser humano a frear os impulsos.
"A relação de controle e impulso que dispara estes mecanismos se perde porque esta droga altera o lóbulo frontal, que ajuda a medir as consequências; a amígdala dentro do cérebro, que leva ao impulso; e o hipocampo, que ajuda a não agir sob todos os impulsos", apontou.
A "Cloud 9" e a maconha sintética produzem psicoses, delírios, alucinações auditivas e táteis.
"Isto é muito comum com estas drogas. Tive vários pacientes que pensam que são Deus ou acham que têm poderes sobrenaturais", disse Hernández, administrador do centro de saúde mental Improving Lives de Miami.
Ele preveniu que a "sais de banho" é "uma combinação muito perigosa, porque é uma droga que dá muita energia, altera a consciência e elimina a possível regulação das consequências dos atos".
"Isso, unido a pessoas que possam ter uma predisposição de psicopatologia mais severa, como no caso da população de moradores de rua que têm histórico de bipolaridade, esquizofrenia e outros problemas mentais, é uma combinação mortal", acrescentou.
Hernández alertou que possivelmente o sul da Flórida "verá outros casos similares" como o de Eugene, porque estas substâncias são fáceis de conseguir, baratas e representam "uma nova geração de droga".
Maroño advertiu que os jovens se sentem atraídos por estas substâncias porque podem comprá-las legalmente e pelo fato de não serem detectadas no organismo quando são submetidos a exames de drogas.
"Temos que nos preocupar muito com estas drogas sintéticas e assegurar que não sejam mais vendidas, e que as companhias produtoras não continuem inventando outras substâncias", disse.
As autoridades confirmaram que no caso do mendigo Brandon de León, ele tinha consumido "Cloud 9".
O homem, após ser detido no último sábado por conduta desordenada, ameaçou dois policiais e tentou mordê-los.
"Brandon grunhia, abria e fechava a boca e rangia os dentes como se fosse um animal", indicaram agentes no relatório policial ao qual a Efe teve acesso.
Eugene, de 31 anos, também ameaçou o policial que tentou prendê-lo quando arrancou o nariz, os olhos e parte da testa de Poppo com seus dentes. Um agente teve que atirar várias vezes e "o canibal" morreu.
Yovonka Bryant, namorada de Eugene, assegurou recentemente que é "muito provável" que uma droga que lhe tenha sido "ministrada sem seu consentimento" o tenha levado a cometer o ataque.
"Ele nunca ingeriu álcool, nem usou drogas perto de mim. O vi apenas uma vez fumando um cigarro de maconha. Rudy e eu nunca falamos sobre canibalismo", disse.
Ela e sua advogada, Gloria Allred, salientaram a importância de o público estar muito informado sobre o risco do uso de certas "drogas que podem levar que os seres humanos a cometerem canibalismo".
FONTE: UOL

quarta-feira, 6 de junho de 2012

RISCOS DA MACONHA SÃO SUBESTIMADOS


Especialistas alertam que o público perigosamente subestima os riscos de saúde ligados a fumar maconha.
A British Lung Foundation realizou um levantamento de 1.000 adultos e constatou que um terço erroneamente acredita que a cannabis não prejudica a saúde.
E 88% pensavam incorretamente que cigarros de tabaco seriam mais prejudiciais do que os de maconha - quando um cigarro de maconha traz os mesmos riscos de um maço de cigarros.
A British Lung Foundation afirma quer a falta de consciência é 'alarmante'.
Os números mais recentes mostram que 30% das pessoas entre 16 e 59 anos de idade na Inglaterra e no País de Gales usaram cannabis em suas vidas.
Um novo relatório do BLF diz que há ligações científicas entre fumar maconha e a ocorrência de tuberculose, bronquite aguda e câncer de pulmão.
O uso de cannabis também tem sido associado ao aumento da possibilidade de o usuário desenvolver problemas de saúde mental, como a esquizofrenia.
Parte da razão para isso, dizem os especialistas, é que as pessoas, ao fumar maconha, fazem inalações mais profundas e mantêm a fumaça por mais tempo do que quando fumam cigarros de tabaco.
Isso significa que alguém fumando um cigarro de maconha traga quatro vezes mais alcatrão do que com um cigarro de tabaco, e cinco vezes mais monóxido de carbono, diz a BLF.
A pesquisa descobriu que particularmente os jovens desconhecem os riscos.
'Campanha pública'
Quase 40% dos entrevistados com até 35 anos de idade - a faixa etária mais propensa a ter fumado cannabis - acreditam que maconha não é prejudicial.
No entanto, cada cigarro de cannabis aumenta suas chances de desenvolver câncer de pulmão para o equivalente aos riscos de quem fuma um pacote inteiro de 20 cigarros de tabaco, a BLF advertiu.
A chefe-executiva da BLF, Helena Shovelton, disse: 'É alarmante que, enquanto pesquisas continuam a revelar as múltiplas consequências para a saúde do uso de maconha, ainda há uma perigosa falta de sensibilização do público sobre o quão prejudicial esta droga pode ser.'
'Este não é um problema de nicho - a cannabis é uma das drogas recreativas mais utilizadas no Reino Unido, já que quase um terço da população afirma ter provado.'
'Precisamos, portanto, de uma campanha de saúde pública - à semelhança das que têm ajudado a aumentar a conscientização sobre os perigos de se comer alimentos gordurosos ou fumar tabaco - para finalmente acabar com o mito de que fumar maconha é de algum modo um passatempo seguro.'
O relatório do BLF recomenda a adoção de um programa de educação pública para aumentar a conscientização do impacto de fumar maconha e um maior investimento na pesquisa sobre as consequências para a saúde de seu uso.
FONTE: R7

sábado, 2 de junho de 2012

CIENTISTAS ISRAELENSES DESENVOLVEM MACONHA MEDICINAL


Cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém desenvolveram um tipo de maconha medicinal, neutralizando a substância THC, que gera os efeitos cognitivos e psicológicos conhecidos como "barato".
De acordo com a professora Ruth Gallily, especialista em imunologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, a segunda substância mais importante da cannabis - o canabidiol (CBD) - tem propriedades "altamente benéficas e significativas" para doentes que sofrem de diabetes, artrite reumatóide e doença de Crohn.
Gallily, que estuda os efeitos medicinais da cannabis há 15 anos, disse à BBC Brasil que o CBD que se encontra na planta "não gera qualquer fenômeno psicológico ou psiquiátrico e reprime reações inflamatórias, sendo muito útil para o tratamento de doenças autoimunes".
"Obtivemos resultados fantásticos nas experiências que fizemos in vitro e com ratos, no laboratório da Universidade Hebraica", afirmou a cientista, que é professora da Faculdade de Medicina.
De acordo com ela, após o tratamento com o CBD, o índice de mortalidade em consequência de diabetes nos animais foi reduzido em 60%, tanto em casos de diabetes tipo 1 como tipo 2.
"Para pacientes idosos que sofrem de artrite reumatoide, o uso da cannabis pode ter efeitos maravilhosos e melhorar muito a qualidade de vida", disse Gallily.
"Constatamos em nossas experiências que o CBD leva à diminuição significativa e muito rápida do inchaço em consequência da artrite."
A pesquisadora afirma que remédios à base de CBD seriam muito mais baratos que os medicamentos convencionais no tratamento dessas doenças.
A empresa Tikkun Olam obteve a licença do Ministério da Saúde israelense para desenvolver a maconha medicinal e cultiva diversas variedades da planta em estufas na Galileia, no norte de Israel.
Pacientes 

De acordo com Zachi Klein, diretor de pesquisa da Tikkun Olam, mais de 8.000 doentes em Israel já são tratados com cannabis, a qual recebem com receitas médicas autorizadas pelo Ministério da Saúde.

De acordo com Klein, a empresa pretende desenvolver um tipo de maconha com proporções diferentes de THC e canabidiol, para poder ajudar a diversos tipos de pacientes.
"Há pacientes para os quais o THC é muito benéfico, pois ajuda a melhorar o estado de espírito e abrir o apetite", afirmou.
Ele diz ainda que, em casos de doentes de câncer, a cannabis em seu estado natural, com o THC, pode melhorar a qualidade de vida, já que a substância provoca a fome conhecida como "larica", incentivando os pacientes a se alimentarem.
O psiquiatra Yehuda Baruch acredita que "o CBD tem significados medicinais fortes que devem ser examinados". Baruch, que é o responsável pela utilização da maconha medicinal no Ministério da Saúde, disse à BBC Brasil que "sem o THC, a cannabis será bem menos atraente para os traficantes de drogas".
O psiquiatra afirmou que nos próximos meses o Ministério da Saúde dará inicio a um estudo sobre os efeitos do THC e do CBD em pacientes que sofrem dores crônicas.
O experimento será feito com 50 pacientes, que serão divididos em dois grupos. Um grupo receberá cannabis com alto nível de THC e baixo nível de CBD e o segundo receberá mais canabidiol do que THC.
Depois de um mês os grupos serão trocados e, durante a experiência, os pacientes preencherão questionários avaliando as alterações na intensidade da dor.
FONTE: ESTADAO

segunda-feira, 14 de maio de 2012

MACONHA REDUZ UM DOS SINTOMAS DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

Um estudo publicado nesta segunda-feira (14) pela revista da Associação Médica Canadense mostrou que fumar maconha é um tratamento eficaz contra um dos sintomas mais comuns e debilitantes da esclerose múltipla.


A esclerose múltipla é uma doença que provoca danos no sistema nervoso central, ou seja, cérebro e medula espinhal. As lesões neurológicas provocam uma série de sintomas no corpo, como a piora de funções que vão desde a visão até o controle da bexiga.
O sintoma abordado na pesquisa, que é aliviado pelo consumo da erva, é a espasticidade. Os músculos passam a funcionar mais que o normal, involuntariamente, o que provoca muitas dores e limita os movimentos.
No estudo, 30 pacientes foram separados em dois grupos, sendo que um fumou maconha e o outro fumou cigarros com outra planta, sem o mesmo efeito. A experiência foi feita durante três dias seguidos, com um cigarro por dia. Depois de 11 dias, a experiência de três dias foi repetida com os grupos invertidos.
O resultado mostrou que a maconha foi superior na redução dos sintomas e da dor dos pacientes. No entanto, o estudo constatou também que a droga teve efeitos sobre a atenção e a concentração dos participantes.
Os autores, pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, apontaram que é preciso fazer novos estudos para confirmar os resultados e determinar se é possível ter os efeitos benéficos com doses menores.
FONTE: G1

sábado, 21 de abril de 2012

FUMAR MACONHA NÃO PREJUDICA O PULMÃO



Estudo realizado nos Estados Unidos. Os pesquisadores acompanharam por 20 anos mais de 5 mil pessoas e aplicaram testes regulares para medir a obstrução pulmonar. A tarefa era simples: respire fundo e depois expire o ar com força. Aí os pesquisadores analisavam quanto ar cada pessoa conseguia soltar no primeiro segundo. A maioria tinha 25 anos quando a pesquisa começou e mais da metade fumava cigarros, maconha ou ambos.
Fumantes de nicotina apresentaram os piores resultados, como era de se esperar… Mas a surpresa apareceu com quem fumava maconha “moderadamente” (pelo menos um baseado por dia durante 7 anos): eles apresentaram uma melhora mínima nas funções pulmonares quando comparados aos não fumantes. Essa melhora é quase insignificante, dá até para ser ignorada.



Mas nem tudo é festa. Segundo o estudo, quando o caso de amor entre maconha e usuário durava mais de 10 anos (ainda considerando um baseado por dia ou 365 ao ano), o pulmão já dava sinais de fraqueza. Isso sem contar os efeitos ainda desconhecidos da erva – como perda da memória.